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Metodologia Agile: que ela pode ajuda na sua companhia

Metodologia Agile: o que ela pode ajuda na sua companhia

“A metodologia agile na prática: case YAS – a filosofia de gerenciamento de projetos tem ajudado grandes indústrias a diminuir prazos de produção e reduzindo tempo de lançamento de produtos” é o tema da apresentação do diretor de inovação The Coca-Cola Company, Renato Shiratsu.

Processos até seis vezes mais rápidos, que permitem lançar um produto em um período de até três meses. “A empresa precisa saber se ela quer ser mais ágil ou agile. Essa confusão é comum”, revela Shiratsu. As bases do agiel são:

  • Foco no cliente;
  • Trabalhar com pequenos avanços incrementais, chamados de interações;
  • Testes de progresso e validação.

De acordo com o diretor de inovação, a empresa precisava começar diferente e não dizer vai mudar. “A mudança de cultura vem com o tempo”. Quando o projeto de transformação digital começou, a liderança pensou em como implantar e foi criada a posição de vice-presidência de transformação digital. E em seguida o que seria um projeto foi transformado em statup dentro da empresa.

“Para um startup autonomia é importante. Você não transfere o poder de decisão da presidência para diretoria, mas de identificar o problema, apresentar qual será o escopo de trabalho e atuar dentro desse ‘limite’”, explica.

Ainda segundo Shiratsu, o ágil envolve tomar mais riscos na hora de entender o que o cliente quer.  Algumas vezes a pesquisa não está ligada à realidade, pois é uma pesquisa de intenção. “Precisamos de dados reais. E só sei que o produto está certo quando ele é comprado”. O diretor lembra que um dos embates mais comuns com a metodologia agile é: lançar mais rápido antes de desenvolver mais. “Mas quem disse que o consumidor quer o que vamos desenvolver mais? ”, questiona.

Para que o produto de fato funcione, é preciso identificar o que o consumidor não gostou e ir melhorando. “Temos que olhar o que está ruim!”.

E vale um alerta, não adianta fazer um projeto “pequeno” e com os acertos partir para projetos “maiores”, pois quando se aumenta a escala se aprende mais, mas também se erra mais.

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