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3 estratégias de marketing industrial para impulsionar os negócios

Conheça algumas estratégias de marketing industrial para ir além do básico no setor de alimentos e bebidas.

Investir em marketing industrial é sinônimo de ampliar o alcance da marca e fidelizar consumidores. Portanto, essa é uma atitude essencial, especialmente em meio a um mercado tão concorrido.

Com o marketing industrial, é possível disseminar os diferenciais da marca e, até mesmo, informar melhor o público a respeito dos valores nutricionais dos alimentos e bebidas.

Além disso, o comportamento de consumo está mudando e as pessoas buscam por marcas mais sustentáveis e naturais. Portanto, comunicar esses valores para o mercado consumidor faz toda a diferença.

Mas por onde começar a implementar o marketing industrial para ter resultados no setor de alimentos e bebidas? Veja algumas dicas a seguir!

1. Disseminar a cultura da transformação digital em toda empresa

Lafaiete Martins, professor universitário para graduação e MBA na universidade Anhembi Morumbi e no Centro Universitário FMU, recomenda que o marketing industrial comece dentro da empresa - especialmente quando estamos falando das estratégias direcionadas para o meio digital.

"Na maior parte das vezes, o executivo lidera a iniciativa digital, mas, essa não segue para a empresa inteira. É necessário planejar a presença digital e entender que o impacto é imediato. Quando se cria um canal de diálogo com seu cliente pelas redes sociais por exemplo, todos na empresa precisam estar atentos para que as respostas sejam efetivas e rápidas", explica.

De acordo com o professor, a reputação de uma marca no meio digital tem sido medida pela maneira como ela se posiciona e resolve os problemas mais comuns dos seus clientes. Portanto, é fundamental treinar a equipe sobre a transformação digital e tendências.

"Capacitar o atendimento aos clientes pelos canais digitais e sobre funcionalidade das ferramentas ajuda na construção desse alicerce para que a presença digital seja de fato forte e competitiva", complementa.

2. Marketing digital além do Google Ads

É muito comum que as empresas comecem o marketing industrial com campanhas no Google. De acordo com o professor Martins, porém, apesar de essa ser uma forte ferramenta para captar novos clientes, o mercado está cada vez mais competitivo. 

"As empresas precisam pensar numa estratégia 360 graus, ou seja, o digital auxiliando na captação de novos clientes e também na manutenção dos clientes da base, sem esquecer do trabalho de Branding (gestão de marcas)", explica.

Além disso, o professor chama a atenção para o fato de que muitas indústrias de alimentos não contam com nenhuma estratégia de marketing industrial além de um site. E, aqui, é fundamental implementar as métricas de SEO (Search Engine Optimization).

"SEO é um trabalho feito por empresas sérias e profissionais, que garante visibilidade (entre 3 e 6 meses) na busca orgânica (parte gratuita da primeira página do Google). Após isso, vale criar uma campanha de Google Ads. Assim, teremos duas ferramentas atuando na captação geolocalizada", recomenda.

Em paralelo, o professor também recomenda uma atuação consistente nas redes sociais, com calendário editorial e uma frequência baseada em estudos de mercado:"ainda, recomendo ações de e-mail marketing como nutrição de informações para a base de clientes, que tem gerado aumento na repetição de compras".

Ao implementar essas estratégias simultaneamente, a indústria consegue mudar o seu patamar de presença digital e, assim fortalecer sua visibilidade, além de captar leads qualificados e, consequentemente, aumentar o faturamento e reduzir os distratos.

3. Era do Big Data também no marketing

Para José Maurício Conrado, professor de marketing da Universidade Presbiteriana Mackenzie, apostar na tecnologia é uma excelente maneira de ir além do marketing industrial tradicional.

Assim como a Indústria 4.0 está gerando transformações na produção, ela também impacta na maneira como as marcas analisam o mercado e se comunicam com o seu público.

"Não tem como fugir dos algoritmos e esse é um investimento muito interesse. Apostar nessa tecnologia é muito saudável para tentar buscar um pouco mais além da pesquisa tradicional de mercado", explica Conrado.

De acordo com o professor, o formato tradicional buscava avaliar o macro e o microambiente e realizar pesquisas de opinião para entender onde o público estava presente o que ele buscava. A partir daí, então, o marketing industrial traçava suas estratégias.

"Precisamos pensar no mundo pós-moderno que vivemos. Ele é muito rápido e ágil e as pessoas são influenciadas com informações o tempo todo. Como lidar com essa agilidade toda?"

Investir nas pesquisas que os algoritmos sugerem é muito interessante para as marcas: "é um investimento mais caro, pois esse é um assunto muito customizado, mas é mais seguro, uma vez que reflete a realidade", explica.

Por fim, Conrado chama atenção para o fato de o setor da economia criativa, como a Netflix, já estar investindo nesse tipo de pesquisa para entregar comunicações personalizadas aos públicos. Portanto, o marketing industrial também precisa estar atento à essa inteligência para entregar valor aos clientes. "Esse é um caminho sem volta", completa.

O marketing industrial colabora para que o setor de alimentos e bebidas entenda melhor o que os consumidores buscam, e, assim, comunique os seus diferenciais de uma maneira que realmente permita criar conexões com eles.

Em um mercado cada vez mais competitivo e impulsionado pela transformação digital, no entanto, é preciso ir além do básico. Apostar em tecnologias e desenvolver estratégias integradas de marketing industrial, portanto, pode ser o grande passo para que a marca ganhe destaque!

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