Gestão

Os impactos das perdas operacionais na indústria de alimentos

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A preocupação com as perdas operacionais na indústria de alimentos não é à toa. Esse tipo de ineficiência representa um aumento nos custos e uma diminuição de produtividade. Pontos que impactam diretamente na competitividade e lucratividade da indústria.

No caso das indústrias de alimentos o problema é ainda mais sério. Afinal, as perdas operacionais podem significar uma queda na qualidade dos produtos e na experiência do consumidor. O resultado é a diminuição de participação do mercado. Além disso, pode causar impactos negativos na conservação dos produtos no ponto de venda.

Quer entender melhor sobre os impactos das perdas operacionais na indústria de alimentos? Continue com a leitura deste artigo e comece a poupar a sua empresa de um grande entrave competitivo!

Entenda os impactos das perdas operacionais na indústria de alimentos

Para Denis Henrique Bianchini, Gerente de Excelência Operacional Corporativo Sênior da Leão Alimentos e Bebidas, o setor de controle de qualidade desempenha papel fundamental para auxiliar no tema. “O resultado das perdas monitoradas não interferem diretamente nos indicadores principais desenhados para o controle de qualidade dos alimentos”.

Mas por passar por toda a cadeia, é preciso identificar essas perdas para, então, otimizar os processos e eliminar os desperdícios que estão impactando na competitividade da indústria.

Como diminuir as perdas e aumentar a eficiência operacional

Análise do processo atual

O primeiro passo para reduzir as perdas operacionais na indústria de alimentos é o estudo do cenário e processos atuais.

“O mais importante é o método a ser seguido para reduzir as perdas, pois através do estudo das causas pode se encontrar a melhor forma de reduzir/eliminar as perdas com menor investimento”, afirma Bianchini.

Estabelecimento de metas

É preciso rever os processos internos atuais e identificar onde estão os gargalos, estabelecendo metas para otimizar os custos.

Esta é a forma que a Leão faz em seu controle de qualidade. A empresa trabalha com o CEP, que faz a revisão do plano de amostragem retirados das linhas e devolução para a linha de embalagens que não passam por análises destrutivas.

“São exemplos claros de colaboração para redução de perdas. Dessa forma, a principal interferência das perdas para o setor de controle de qualidade é a necessidade de reavaliação das rotinas até então implementadas”, explica o especialista.

Com essas rotinas bem implementadas e monitoradas as perdas de produtos acabados podem ser evitadas colaborando assim com a redução/erradicação de perdas.

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