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Sustentabilidade

Sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas

A sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas tem sido um tema amplamente discutido.  Afinal, a consciência ambiental é uma tendência mundial, e os consumidores estão cada vez mais informados e interessados em marcas que apresentem valores similares aos seus.

sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas, no entanto, vai muito além de preocupações com embalagens. Ela deve englobar a saúde do consumidor, a gestão da cadeia de suprimentos, a sanidade animal, a mão de obra, entre outros aspectos.

Continue com a leitura e entenda melhor as mudanças pelas quais o mercado está passando.

Sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas

“A valorização do agronegócio sustentável e do comércio justo e solidário caracteriza a macrotendência Sustentabilidade na Indústria de Alimentos e Bebidas (A&B)”, explica Guilherme Queiroz, do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (CEREAL CHOCOTEC), do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Para o setor de alimento e bebidas, o profissional aponta que a sustentabilidade aborda um conceito mais amplo: “Conforme a definição da Associação de Saúde Pública Americana (American Public Health Association – APHA), um Sistema de Alimento Sustentável (SAS) provê alimento saudável para atingir a alimentação necessária da população, ao mesmo tempo que mantém a saúde do ecossistema, devendo, também, prover alimentos por gerações, com um mínimo de impacto negativo no meio ambiente”.

Como as indústrias devem se adequar

Queiroz aponta que as oportunidades de sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas são estratégicas para grandes empresas. Por isso a tendência é que elas se tornem peças fundamentais de modelo de negócio para indústrias de outros portes no futuro e nos vários segmentos envolvidos no mercado de A&b.

“Em relação ao Agronegócio Sustentável, identifica-se o crescimento de produtos com alegações quanto à proveniência de uma agricultura sustentável e/ou orgânica, com autodeclarações ambientais e com especificações quanto ao footprint (pegadas, como as de carbono baseadas nas emissões de gases de efeito estufa)”, aponta Queiroz, que ainda destaca iniciativas na linha do Comércio Justo e Solidário. Nela, já é possível encontrar produtos com certificação Fairtrade, ou que estejam vinculados com causas sociais.

O comércio justo e a produção orgânica, assim, podem ser plataformas de inovação muito importantes para os setores de A&B, juntamente com as embalagens: “vale destacar que o fator “abastecimento local” tem relação com a pegada de carbono (devido à menor queima de combustíveis, como o diesel dos caminhões de transporte e distribuição), mas também se relaciona com a origem das matérias-primas, o que pode possibilitar a rastreabilidade e o controle (transparência) da forma de produção, por exemplo, de uma região com agricultura orgânica (QUEIROZ, 2014)”.

Dessa forma, é possível notar que a sustentabilidade na indústria de alimentos e bebidas engloba diversas frentes e abre muitas oportunidades. Agora, o próximo passo é se adaptar às novas exigências dos consumidores e mercados e transformar tudo isso em valor agregado à marca.

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