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5 tendências para a indústria de bebidas

 

Conveniência, sustentabilidade, saudabilidade e busca por novas experiências estão entre as principais tendências para a indústria de bebidas e alimentos. E, apesar de estes movimentos já estarem presentes no setor há algum tempo, eles vão ganhar mais força nos anos seguintes.

Agências internacionais, como o Innova Market Insights, Mintel e JWT Intelligence, fizeram um levantamento a respeito das mudanças do perfil do consumidor e seus novos desejos.

A partir desses estudos, conheça algumas das mais importantes tendências para a indústria de bebidas a seguir.

1 - Apetite por bem-estar

Com uma vida cada vez mais corrida e estressante, os consumidores estão buscando maior bem-estar. Assim, conseguem obter compensações e intercalar momentos de prazer com a agitação do dia a dia.

Neste sentido, estudos indicam que formulações baseadas em plantas tender a ganhar mais espaço na dieta das pessoas. Afinal, os consumidores as consideram mais nutritivas e naturais, além de oferecerem benefícios funcionais.

Com isso, uma das grandes tendências para a indústria de bebidas é o conceito de alimentos plant-based (dietas baseadas em plantas ou sem produtos de origem animal).

2 - Monoporções

Também estamos observando uma sociedade com famílias cada vez menores, e o aumento do número de solteiros. Com isso, as monoporções estão ganhando espaço na indústria de alimentos e bebidas.

Aqui, é importante ter em mente que o consumidor está muito exigente e busca uma grande variedade de opções. Por isso, é preciso ir além dos tradicionais congelados e pensar em opções mais gourmet, naturais ou, até mesmo, personalizadas.

3 - Valorização da sustentabilidade e transparência

A mudança da relação do consumidor com as marcas também é uma das grandes tendências para a indústria de bebidas.

A preocupação com sustentabilidade e transparência está impulsionando as empresas a inovarem nas embalagens e em desenvolver campanhas com informações claras sobre toda a cadeia de produção.

Com isso, o consumidor passar a exercer um papel maior nos processos das indústrias - e, quanto mais honestas e conscientes forem as marcas, maiores as chances de elas ganharem um espaço na vida dos consumidores.



4 - Espírito aventureiro

Em um mundo extremamente conectado e globalizado, o consumidor está mais aventureiro e em busca de emoções diferentes.

Assim, marcas que agucem novas sensações, apresentem sabores inusitados e tragam novas experiências de consumo estarão em alta.

Neste cenário, alimentos e bebidas ‘instagramáveis’, ou seja, com cores vibrantes e designs bonitos, também estão chamando mais atenção. Afinal, estamos vivendo a era do compartilhamento e da exposição nas redes sociais, portanto, essa é uma das tendências para a indústria de bebidas que vai de encontro ao famoso "coma com os olhos".

5 - Conexão social

À medida em que a internet vai nos isolando enquanto sociedade, as marcas de comida e bebida ganham o poder de unir as pessoas. Assim, produtos e serviços que ajudam pessoas a construírem relações com outras vão atraindo mais interesse.

Promover a conexão social está se tornando importante, justamente porque a solidão está se transformando um problema. Com isso, a indústria de alimentos e bebidas pode aproveitar a tecnologia para criar dietas personalizadas e recomendações, tudo isso baseado na análise de dados.

Como aproveitar as tendências para a indústria de bebidas?

Somado à todas essas tendências, vivemos um momento político em que as expectativas para a retomada da economia são altas.

"O setor está otimista. Com a concretização das reformas tributária e previdenciária e maior estímulo ao empreendedorismo e à produtividade, é possível que todos os setores da economia brasileira se recuperem. Pode-se dizer que o Brasil deixará de vez a fase de crise e poderá entrar em um novo ciclo de crescimento", ressalta João Dornellas, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos – ABIA.

De acordo com Dornellas, os alimentos fortificados e com maior valor nutricional, como probióticos, aminoácidos e vitaminas, podem receber mais investimentos nos próximos anos.

"Alimentos com redução de açúcar, sódio e gorduras também estão na mira dos consumidores e podem ter mais espaço na prateleira neste ano, assim como os alimentos integrais e os funcionais", completa.

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